Pat 的个人资料Pat's space照片日志列表 工具 帮助

日志


6月28日

Obesidade mental

Mandaram-me este mail que transcrevo. Pessimista ou realista qb?
 
 
 
OBESIDADE MENTAL

«O prof. Andrew Oitke publicou o seu polémico livro «Mental Obesity», que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral. Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema da sociedade moderna.
«Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada. Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esses.» Segundo o autor, «a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteínas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono. As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas. Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.
Os cozinheiros desta magna fast food intelectual são os jornalistas e comentadores, os editores da informação e filósofos, os romancistas e realizadores de cinema. Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação.» O problema central está na família e na escola. «Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate. Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados, videojogos e telenovelas. Com uma «alimentação intelectual» tão carregada de adrenalina, romance, violência e emoção, é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada.» Um dos capítulos mais polémicos e contundentes da obra, intitulado
Os abutres, afirma: «O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas. A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular.» O texto descreve como os repórteres se desinteressam da realidade fervilhante, para se centrarem apenas no lado polémico e chocante. «Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.» Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura. «O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades. Todos sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy. Todos dizem que a Capela Sistina tem tecto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve. Todos acham que Saddam é mau e Mandella é bom, mas nem desconfiam porquê. Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto.
As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras. «Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes realizações do espírito humano estejam em decadência. A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil, paradoxal ou doentia.
 Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo. Não se trata de uma decadência, uma «idade das trevas» ou o fim da civilização, como tantos apregoam. É só uma questão de obesidade. O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos. O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos. Precisa sobretudo de dieta mental.»

6月1日

DA VINCI

Fui ver o "Código Da Vinci" do Ron Howard. A expectativa era grande mas temia q o resultado fosse uma banhada.
Mas ñ. Gostei d filme, bem feito, quase isento. Ñ  sei como conseguiram enfiar o livro em 2h30.
Mas o livro é mto melhor. Devorei-o em 2 dias, na Páscoa do ano passado. Cada intriga nova, cada teoria, cada informação nova fazia-me cair o queixo. O tipo é bom escritor,  agarra-nos do príncipio ao fim, sequiosos da próxima informação; tem um bocado a mania da perseguição, é verdade, mas nós achamos piada!
Também é polémico, sem dúvida; mas o facto d acreditarmos (FÉ) ñ significa q usamos nos olhinhos umas palazitas como os nossos amigos asnos! Muita coisa está p esclarecer, muita política e manobras paralelas ocorrem (ocorreram) durante esta era q chamamos de cristianismo. Questionar os homens p trás da Fé ñ é questionar a Fé; o Homem erra, é parcial.
Também a questão da Maria Madalena é pertinente. Até q ponto ñ poderá ser verdade q Jesus deixou herdeiros? (Atenção: a história do quadro da Última Ceia é mto rebuscada, ñ m convence). Haveria d ter sido diferente a história da Igreja?
Eu gostei d livro e aprendi mta coisa gira. Experimentem.
 
 

O Mundial e os Tugas

Alguém há-de me explicar o que raio tem o futebol que deixa toda a gente hipnotizado, em transe?
Sim, é um desporto (BOA!)
Sim, é um espectáculo (o teatro tb, um concerto tb, .....cultura) :)-
Sim, é um orgulho para a nação (e o Carlos Lopes, a Rosa Mota, a Naide Gomes, o Sérgio Paulinho. o Obikwelu.......)
Sim, os jogadores têm umas pernas bestiais (qdo estas ñ estão a lamber a relva!)
 
Não consigo lá chegar. Porque é q temos tanto orgulho na nossa bandeira apenas qdo s aproximam estes campeonatos? Pois, s perguntarmos aos portugueses o que significa cada cor, cada símbolo da nossa bandeira, aposto q mais de metade ñ sabe e dessa metade, provavelmente, 70% pertence ás faixas etárias mais jovens!!
 
E o Hino? Aquela coisa que se trauteia nos estádios? Aposto q as músicas da Shakira sabem de cor!!
 
Pois, desculpem o meu cepticismo. Mas tb há algumas coisas que gosto no futebol:
- ................
- ................
- ................
- as pernas dos craques
- as cenas de pancada
- os espalhos
 
Mas critica à parte, louvo a estes homens a capacidade de unir um povo p uma só causa, algo q nenhum politico, filósofo ou charlatão consegue fazer. Louvo por ser talvez esta a única forma de os portugas sentirem orgulho neste cantinho á beira mar plantado; orgulho na bandeira, no hino.
 
Só é pena que qdo tudo acaba, as bandeiras hasteadas continuem nas janelas pq dá trabalho tirar, as criticas voltam e quase toda a gente diz q tá-se bem é na Espanha e que o Afonso Henriques foi um granda parvalhão. É pena. Eu acho que ele fez bem!